{"id":201515,"date":"2026-03-30T19:26:09","date_gmt":"2026-03-30T22:26:09","guid":{"rendered":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/?p=201515"},"modified":"2026-03-30T19:26:24","modified_gmt":"2026-03-30T22:26:24","slug":"bloqueio-av-ecg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/bloqueio-av-ecg\/","title":{"rendered":"Bloqueio AV ECG: diferen\u00e7as entre primeiro, segundo e terceiro grau"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Identificar corretamente um&nbsp;<strong>bloqueio AV ECG<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma das habilidades mais exigidas em emerg\u00eancias \u2014 e uma das que mais geram erros quando o m\u00e9dico n\u00e3o domina os crit\u00e9rios de malignidade de cada tipo. A diferen\u00e7a entre um BAV benigno e um maligno n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 no tra\u00e7ado: est\u00e1 na conduta que precisa ser tomada nos pr\u00f3ximos minutos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na B\u00edblia do ECG, o Dr. Thiago Amorim parte de uma premissa fundamental: bradicardia \u00e9 FC abaixo de 50 bpm, e nem toda bradicardia \u00e9 patol\u00f3gica. A cl\u00ednica \u00e9 soberana \u2014 o n\u00famero vem depois. O que define a urg\u00eancia n\u00e3o \u00e9 a frequ\u00eancia card\u00edaca isolada, mas se o paciente est\u00e1 inst\u00e1vel e se a bradicardia \u00e9 a causa dessa instabilidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 bloqueio AV e como classificar no ECG?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O\u00a0<strong>bloqueio AV ECG<\/strong>\u00a0representa um dist\u00farbio na condu\u00e7\u00e3o do impulso el\u00e9trico dos \u00e1trios para os ventr\u00edculos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pode ser parcial \u2014 como nos bloqueios de 1\u00ba e 2\u00ba grau \u2014 ou completo, como no BAVT. A classifica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica divide os bloqueios em benignos e malignos, e essa distin\u00e7\u00e3o determina tudo na conduta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os BAVs benignos s\u00e3o o de 1\u00ba grau e o de 2\u00ba grau Mobitz 1. Os malignos s\u00e3o o Mobitz 2, o BAV 2:1, o BAV avan\u00e7ado (3:1 ou 4:1) e o BAVT. Todos os malignos merecem tratamento imediato e interna\u00e7\u00e3o, porque existe risco real de morte s\u00fabita.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando a bradicardia no ECG \u00e9 realmente patol\u00f3gica?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jovens e atletas podem ter FC de 38 a 42 bpm sem nenhum problema. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que define se a bradicardia requer interven\u00e7\u00e3o \u00e9 a presen\u00e7a de sintomas de baixo d\u00e9bito: fraqueza, sudorese, pr\u00e9-s\u00edncope e hipotens\u00e3o ortost\u00e1tica. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se o paciente est\u00e1 bem, o n\u00famero sozinho n\u00e3o determina conduta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A regra \u00e9 direta: bradicardia maligna exige a\u00e7\u00e3o independentemente de sintomas \u2014 o risco de morte s\u00fabita justifica a interven\u00e7\u00e3o mesmo no paciente assintom\u00e1tico. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00e9dicos que atuam em\u00a0<a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/plantao-24-horas-medico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">plant\u00f5es de 24 horas<\/a>\u00a0precisam ter esse racioc\u00ednio autom\u00e1tico diante de qualquer tra\u00e7ado bradic\u00e1rdico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">BAV de primeiro grau: PR alargado sem bloqueio real<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O BAV de 1\u00ba grau \u00e9 o mais simples de identificar no&nbsp;<strong>bloqueio AV ECG<\/strong>: toda onda P gera um QRS, mas o intervalo PR est\u00e1 maior que 5 mm \u2014 ou seja, mais de 5 quadradinhos no papel do ECG. N\u00e3o h\u00e1 bloqueio de impulso; h\u00e1 apenas retardo na condu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na emerg\u00eancia, esse bloqueio n\u00e3o requer a\u00e7\u00e3o. A B\u00edblia do ECG \u00e9 direta: &#8220;n\u00e3o precisa se preocupar com esse bloqueio na emerg\u00eancia.&#8221; <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se o paciente estiver sintom\u00e1tico, segue-se o ACLS \u2014 mas a atropina costuma resolver com facilidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">BAV de segundo grau: o terreno dos erros diagn\u00f3sticos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O\u00a0<strong>bloqueio AV ECG<\/strong>\u00a0de 2\u00ba grau \u00e9 onde acontece a maior parte das confus\u00f5es, porque os subtipos t\u00eam apar\u00eancia semelhante, mas progn\u00f3sticos opostos. A chave da diferencia\u00e7\u00e3o est\u00e1 no comportamento do PR antes da pausa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th>Subtipo<\/th><th>Comportamento do PR<\/th><th>Malignidade<\/th><th>Marcapasso?<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Mobitz 1 (Wenckebach)<\/td><td>Progressivamente mais longo<\/td><td>Benigno<\/td><td>N\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>Mobitz 2<\/td><td>Constante, bloqueio aleat\u00f3rio<\/td><td>Maligno<\/td><td>Sim<\/td><\/tr><tr><td>BAV 2:1<\/td><td>Vari\u00e1vel<\/td><td>Maligno<\/td><td>Sim<\/td><\/tr><tr><td>BAV avan\u00e7ado (3:1, 4:1)<\/td><td>Vari\u00e1vel<\/td><td>Maligno<\/td><td>Sim<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como diferenciar Mobitz 1 de Mobitz 2?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Mobitz 1, a onda P vai se afastando progressivamente do QRS at\u00e9 que uma hora bloqueia \u2014 o fen\u00f4meno de Wenckebach. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O recurso mnem\u00f4nico da B\u00edblia do ECG \u00e9 preciso: a onda P &#8220;<strong>vem, vem, vem<\/strong>\u00a0e bloqueia&#8221;. Ap\u00f3s a pausa, o PR encurta e o ciclo recome\u00e7a. \u00c9 benigno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Mobitz 2, o PR permanece constante \u2014 e a onda P simplesmente n\u00e3o conduz, sem aviso, de forma aleat\u00f3ria. N\u00e3o h\u00e1 padr\u00e3o. Esses pacientes t\u00eam indica\u00e7\u00e3o de marcapasso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O BAV 2:1 pode ser confundido com outras formas?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sim \u2014 e a B\u00edblia do ECG apresenta um caso cl\u00ednico real que ilustra isso. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um homem de 71 anos com FC de 24 bpm parecia ter BAV 2:1 pelo DII, mas ao observar o V5 longo era poss\u00edvel ver outra onda P pegando o final da onda T \u2014 revelando, na verdade, um BAV 3:1 (avan\u00e7ado). A dica pr\u00e1tica: rodar uma deriva\u00e7\u00e3o longa em V5 quando houver d\u00favida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo que o diagn\u00f3stico preciso entre 2:1 e 3:1 n\u00e3o fosse poss\u00edvel, a conduta seria id\u00eantica: internar na cardiologia pelo risco de morte s\u00fabita, mesmo com o paciente est\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">BAVT: dissocia\u00e7\u00e3o completa e como identificar no tra\u00e7ado<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No BAVT, nenhuma onda P conduz para o ventr\u00edculo. O QRS n\u00e3o respeita as ondas P \u2014 h\u00e1 dissocia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica completa. O QRS pode ser estreito ou alargado, sendo o alargado de pior progn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande dica diagn\u00f3stica da B\u00edblia do ECG: verificar se a onda P &#8220;invade&#8221; a onda T e\/ou o QRS. Como as Ps seguem seu pr\u00f3prio ritmo independente, algumas caem dentro de outras ondas e distorcem o tra\u00e7ado. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para confirmar: pegar papel e caneta e marcar as dist\u00e2ncias entre as ondas P \u2014 se forem sempre iguais entre si e sem rela\u00e7\u00e3o com os QRS, o diagn\u00f3stico \u00e9 BAVT.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um caso real do livro ilustra a gravidade: paciente com PA de 75\u00d735 mmHg e FC de 42 bpm, refrat\u00e1rio a atropina, dopamina e adrenalina \u2014 o bloqueio s\u00f3 respondeu com marcapasso. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como a B\u00edblia do ECG afirma, bloqueios malignos avan\u00e7ados frequentemente s\u00e3o refrat\u00e1rios \u00e0s medidas farmacol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Bloqueio-AV-ECG-2-1024x683.png\" alt=\"bloqueio AV ECG\" class=\"wp-image-201519\" srcset=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Bloqueio-AV-ECG-2-1024x683.png 1024w, https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Bloqueio-AV-ECG-2-300x200.png 300w, https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Bloqueio-AV-ECG-2-768x512.png 768w, https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Bloqueio-AV-ECG-2.png 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conduta no bloqueio AV ECG: o protocolo ACLS passo a passo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abordagem segue quatro regras pr\u00e1ticas baseadas na combina\u00e7\u00e3o entre malignidade e sintomas:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>BAV benigno assintom\u00e1tico (1\u00ba grau, Mobitz 1): n\u00e3o tratar;<\/li>\n\n\n\n<li>BAV benigno sintom\u00e1tico: seguir ACLS \u2014 atropina costuma resolver;<\/li>\n\n\n\n<li>BAV maligno assintom\u00e1tico (Mobitz 2, 2:1, 3:1, 4:1, BAVT): elevar FC e internar\/transferir para cardiologia;<\/li>\n\n\n\n<li>BAV maligno sintom\u00e1tico: mesma conduta, com maior urg\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O protocolo ACLS para bradicardia \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Atropina 1 mg EV em b\u00f3lus \u2014 aten\u00e7\u00e3o: 1 mg equivale a 4 ampolas de 0,25 mg;<\/li>\n\n\n\n<li>Repetir +1 mg a cada 2 minutos at\u00e9 dose m\u00e1xima de 3 mg;<\/li>\n\n\n\n<li>Se sem resposta: adrenalina em BIC (4 amp + 246 ml SG5%, de 10 a 40 ml\/h), dopamina em BIC (5 amp + 200 ml SG5%, de 10 a 100 ml\/h) ou marcapasso transcut\u00e2neo \u2014 sem superioridade entre as tr\u00eas op\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perguntas frequentes sobre bloqueio AV ECG<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">BAV maligno assintom\u00e1tico realmente precisa de interna\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sim. A B\u00edblia do ECG \u00e9 expl\u00edcita: todos os BAVs malignos t\u00eam risco de morte s\u00fabita e exigem interna\u00e7\u00e3o ou transfer\u00eancia para cardiologia, mesmo que o paciente esteja completamente assintom\u00e1tico no momento da avalia\u00e7\u00e3o. N\u00e3o mandar esse paciente para casa \u00e9 regra inegoci\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Por que a atropina pode n\u00e3o funcionar no BAVT?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bloqueios muito avan\u00e7ados, especialmente com QRS alargado, frequentemente n\u00e3o respondem \u00e0 atropina nem \u00e0 dopamina ou adrenalina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O marcapasso transcut\u00e2neo \u00e9 a \u00fanica op\u00e7\u00e3o eficaz nesses casos \u2014 e deve ser preparado desde o in\u00edcio, sem aguardar a resposta farmacol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O BAV 2:1 \u00e9 Mobitz 1 ou Mobitz 2?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com apenas uma P conduzida seguida de uma P bloqueada, \u00e9 imposs\u00edvel avaliar se o PR estava aumentando progressivamente ou se era constante. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, o BAV 2:1 \u00e9 tratado como maligno independentemente da classifica\u00e7\u00e3o entre os subtipos \u2014 a conduta \u00e9 a mesma do Mobitz 2.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como identificar o BAVT em paciente com marcapasso implantado?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O marcapasso funcional gera esp\u00edculas seguidas de QRS largo no padr\u00e3o de bloqueio de ramo esquerdo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se as esp\u00edculas est\u00e3o presentes, mas n\u00e3o h\u00e1 QRS ap\u00f3s elas, o MP n\u00e3o est\u00e1 capturando. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se n\u00e3o h\u00e1 esp\u00edculas e o QRS est\u00e1 largo, pode ser MP moderno sem esp\u00edcula vis\u00edvel ou BAVT subjacente. Verificar o ECG com aten\u00e7\u00e3o \u00e0s esp\u00edculas \u00e9 o primeiro passo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qual deriva\u00e7\u00e3o usar para analisar melhor os bloqueios AV?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A B\u00edblia do ECG recomenda deriva\u00e7\u00e3o longa \u2014 DII ou V5 longo \u2014 para avaliar a rela\u00e7\u00e3o entre ondas P e complexos QRS. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando h\u00e1 d\u00favida sobre o padr\u00e3o de bloqueio, rodar V5 longo aumenta a chance de identificar ondas P ocultas no final das ondas T.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bloqueio AV ECG na pr\u00e1tica: domine a interpreta\u00e7\u00e3o com a B\u00edblia do ECG<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Reconhecer cada tipo de&nbsp;<strong>bloqueio AV ECG<\/strong>&nbsp;com seguran\u00e7a \u2014 saber o que \u00e9 benigno, o que \u00e9 maligno e o que fazer em cada cen\u00e1rio \u2014 \u00e9 o que permite agir com precis\u00e3o nos momentos mais cr\u00edticos do plant\u00e3o. Esse dom\u00ednio vem de treinamento com casos reais, crit\u00e9rios objetivos e linguagem cl\u00ednica direta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Thiago Amorim compartilha casos, dicas e racioc\u00ednio cl\u00ednico diariamente no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/drthiago\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@drthiago<\/a>\u00a0\u2014 e reuniu tudo isso na B\u00edblia do ECG, o guia mais pr\u00e1tico para interpretar qualquer tra\u00e7ado com seguran\u00e7a \u00e0 beira do leito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/livros\/biblia_ecg?&amp;el=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Adquira agora a B\u00edblia do ECG do Instituto CDT<\/a>\u00a0e leve para a sua pr\u00e1tica o dom\u00ednio eletrocardiogr\u00e1fico que as emerg\u00eancias reais exigem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Domine o bloqueio AV ECG: crit\u00e9rios de identifica\u00e7\u00e3o, diferen\u00e7as entre graus, o que \u00e9 maligno e a conduta correta segundo o protocolo ACLS. Baseado na B\u00edblia do ECG.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":201520,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[212],"tags":[181,282],"class_list":["post-201515","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manuais","tag-biblia-do-ecg","tag-manuais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/201515","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=201515"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/201515\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":201521,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/201515\/revisions\/201521"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/201520"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=201515"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=201515"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=201515"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}