{"id":203866,"date":"2026-09-14T15:00:00","date_gmt":"2026-09-14T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/?p=203866"},"modified":"2026-09-11T14:29:18","modified_gmt":"2026-09-11T17:29:18","slug":"paciente-acamado-a-profilaxia-de-tev-no-internado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/paciente-acamado-a-profilaxia-de-tev-no-internado\/","title":{"rendered":"Paciente acamado: a profilaxia de TEV no internado"},"content":{"rendered":"<p>O tromboembolismo venoso \u00e9 uma das principais causas de morte hospitalar evit\u00e1vel, e quase sempre o gatilho \u00e9 a imobilidade. Diante do paciente acamado, a profilaxia de TEV costuma ser tomada de forma autom\u00e1tica, sem estratifica\u00e7\u00e3o real de risco.<\/p>\n<p>Este texto re\u00fane o racioc\u00ednio para indicar, escolher e ajustar a profilaxia de TEV com seguran\u00e7a, do paciente cl\u00ednico ao cir\u00fargico. Inclui os escores que sustentam a decis\u00e3o, as contraindica\u00e7\u00f5es que ningu\u00e9m deve pular e os ajustes para obesidade e disfun\u00e7\u00e3o renal.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/d-203866-b1.webp\" alt=\"profilaxia de TEV\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A avalia\u00e7\u00e3o de risco define a indica\u00e7\u00e3o de profilaxia de TEV no internado.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2 id=\"por-que-o-paciente-acamado-tem-risco-aumentado-de-trombose\">Por que o paciente acamado tem risco aumentado de trombose?<\/h2>\n<p>A estase venosa \u00e9 apenas um dos v\u00e9rtices da tr\u00edade de Virchow. No internado, soma-se \u00e0 les\u00e3o endotelial e \u00e0 hipercoagulabilidade da doen\u00e7a aguda, criando o cen\u00e1rio ideal para o trombo.<\/p>\n<p>Quanto mais longa a perman\u00eancia no leito, maior a probabilidade de <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/trombose-venosa-profunda-diagnostico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">trombose venosa profunda<\/a>, e o risco come\u00e7a a subir j\u00e1 nos primeiros dias de interna\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ap\u00f3s semanas.<\/p>\n<p>A consequ\u00eancia \u00e9 direta: o trombo formado em membros inferiores pode migrar e causar <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/tep-tromboembolismo-pulmonar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tromboembolismo pulmonar<\/a>, evento potencialmente fatal. Por isso a profilaxia de TEV tornou-se indicador de qualidade assistencial em qualquer enfermaria.<\/p>\n<h3 id=\"quais-fatores-agravam-o-risco-al\u00e9m-da-imobilidade\">Quais fatores agravam o risco al\u00e9m da imobilidade?<\/h3>\n<p>Idade avan\u00e7ada, neoplasia ativa, TEV pr\u00e9vio, trombofilias, sepse, insufici\u00eancia card\u00edaca e respirat\u00f3ria descompensadas e obesidade somam-se \u00e0 restri\u00e7\u00e3o ao leito. Em pacientes graves, o risco se eleva ainda mais, como discute o conte\u00fado sobre <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/cuidados-intensivos-na-medicina-de-emergencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">cuidados intensivos na medicina de emerg\u00eancia<\/a>.<\/p>\n<p>Reconhecer esses fatores evita subestimar a indica\u00e7\u00e3o em pacientes que parecem est\u00e1veis, mas acumulam risco silenciosamente ao longo da interna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 id=\"como-estratificar-o-risco-antes-de-prescrever-a-profilaxia-de-tev\">Como estratificar o risco antes de prescrever a profilaxia de TEV?<\/h2>\n<p>A regra de ouro \u00e9 nunca prescrever no autom\u00e1tico. A indica\u00e7\u00e3o depende de estratifica\u00e7\u00e3o formal, com escores validados conforme o perfil do paciente: no cl\u00ednico, o escore de Padua; no cir\u00fargico, o escore de Caprini.<\/p>\n<p>O Padua considera c\u00e2ncer ativo, TEV pr\u00e9vio, mobilidade reduzida, trombofilia, idade superior a 70 anos e doen\u00e7a aguda. Pontua\u00e7\u00e3o igual ou maior que 4 classifica o paciente como de alto risco, com indica\u00e7\u00e3o de profilaxia farmacol\u00f3gica.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Caprini, mais detalhado, soma pontos por porte cir\u00fargico, idade, comorbidades e hist\u00f3ria pessoal ou familiar de trombose, chegando a estratifica\u00e7\u00f5es mais finas do que o Padua.<\/p>\n<h3 id=\"quando-o-escore-de-caprini-muda-a-conduta-no-cir\u00fargico\">Quando o escore de Caprini muda a conduta no cir\u00fargico?<\/h3>\n<p>No cir\u00fargico, o Caprini estratifica do risco m\u00ednimo ao alt\u00edssimo. Conforme a pontua\u00e7\u00e3o sobe, a recomenda\u00e7\u00e3o evolui de deambula\u00e7\u00e3o precoce para profilaxia mec\u00e2nica e, depois, farmacol\u00f3gica combinada. A <a href=\"https:\/\/abccardiol.org\/wp-content\/uploads\/articles_xml\/0066-782X-abc-118-04-0797\/0066-782X-abc-118-04-0797.x27815.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Diretriz Conjunta sobre Tromboembolismo Venoso de 2022<\/a> detalha esses pontos de corte.<\/p>\n<table>\n<colgroup>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<\/colgroup>\n<thead>\n<tr>\n<th>Cen\u00e1rio \/ escore<\/th>\n<th>Estratifica\u00e7\u00e3o<\/th>\n<th>Conduta sugerida<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Cl\u00ednico, Padua &lt; 4<\/td>\n<td>Baixo risco<\/td>\n<td>Deambula\u00e7\u00e3o precoce; reavaliar diariamente<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cl\u00ednico, Padua \u2265 4<\/td>\n<td>Alto risco<\/td>\n<td>Profilaxia farmacol\u00f3gica (HBPM\/HNF)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cir\u00fargico, Caprini 0\u20132<\/td>\n<td>Baixo risco<\/td>\n<td>Medidas mec\u00e2nicas \/ deambula\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cir\u00fargico, Caprini 3\u20134<\/td>\n<td>Risco moderado<\/td>\n<td>Farmacol\u00f3gica OU mec\u00e2nica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cir\u00fargico, Caprini \u2265 5<\/td>\n<td>Alto risco<\/td>\n<td>Farmacol\u00f3gica (associar mec\u00e2nica se poss\u00edvel)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2 id=\"profilaxia-farmacol\u00f3gica-ou-mec\u00e2nica-qual-escolher\">Profilaxia farmacol\u00f3gica ou mec\u00e2nica: qual escolher?<\/h2>\n<p>Definido o alto risco, a escolha do m\u00e9todo depende essencialmente de uma pergunta: existe contraindica\u00e7\u00e3o \u00e0 anticoagula\u00e7\u00e3o? A profilaxia farmacol\u00f3gica \u00e9 a primeira op\u00e7\u00e3o quando n\u00e3o h\u00e1, e a <a href=\"https:\/\/ashpublications.org\/bloodadvances\/article\/2\/22\/3198\/16115\/American-Society-of-Hematology-2018-guidelines-for\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">diretriz da American Society of Hematology de 2018<\/a> sugere preferir heparina de baixo peso molecular (HBPM) \u00e0 heparina n\u00e3o fracionada (HNF) na maioria dos internados cl\u00ednicos.<\/p>\n<p>A profilaxia mec\u00e2nica, com compress\u00e3o pneum\u00e1tica intermitente ou meias el\u00e1sticas, fica reservada a quem tem contraindica\u00e7\u00e3o ao anticoagulante ou como medida adjuvante no risco elevado. Os agentes mais usados s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>HBPM (enoxaparina 40 mg por via subcut\u00e2nea, uma vez ao dia), a escolha preferencial no internado est\u00e1vel;<\/li>\n<li>HNF (5.000 UI por via subcut\u00e2nea, a cada 8 ou 12 horas), \u00fatil na insufici\u00eancia renal grave;<\/li>\n<li>fondaparinux, alternativa nos casos de plaquetopenia induzida por heparina;<\/li>\n<li>m\u00e9todos mec\u00e2nicos, quando o anticoagulante est\u00e1 contraindicado.<\/li>\n<\/ul>\n<h3 id=\"o-paciente-tem-contraindica\u00e7\u00e3o-\u00e0-anticoagula\u00e7\u00e3o\">O paciente tem contraindica\u00e7\u00e3o \u00e0 anticoagula\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n<p>Antes de prescrever, avalie o risco de sangramento. Sangramento ativo grave, plaquetopenia significativa, coagulopatia, hipertens\u00e3o n\u00e3o controlada e procedimento neuroaxial recente contraindicam o anticoagulante. Nesse contexto, a profilaxia mec\u00e2nica protege sem expor ao sangramento, com reavalia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/md-203866-b2.webp\" alt=\"profilaxia de TEV\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O equil\u00edbrio entre trombose e sangramento guia a conduta.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2 id=\"como-ajustar-a-profilaxia-de-tev-em-situa\u00e7\u00f5es-especiais\">Como ajustar a profilaxia de TEV em situa\u00e7\u00f5es especiais?<\/h2>\n<p>A dose padr\u00e3o nem sempre serve. Na obesidade, doses fixas de HBPM podem ser insuficientes, com recomenda\u00e7\u00e3o de incremento conforme o peso, idealmente guiado pelo anti-Xa. O ajuste evita a subdose, que mant\u00e9m o risco tromb\u00f3tico, e a superdose.<\/p>\n<p>Na disfun\u00e7\u00e3o renal, a HBPM acumula e eleva o risco de sangramento. Com clearance abaixo de 30 mL\/min, prefira a HNF, cuja elimina\u00e7\u00e3o independe da fun\u00e7\u00e3o renal.<\/p>\n<p>Esses ajustes integram a rotina do paciente cr\u00edtico, ao lado de decis\u00f5es sobre drogas como mostra o material sobre <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/dobutamina-indicacoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">indica\u00e7\u00f5es da dobutamina<\/a>.<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li>Estratifique o risco tromb\u00f3tico com Padua (cl\u00ednico) ou Caprini (cir\u00fargico);<\/li>\n<li>Avalie o risco de sangramento e as contraindica\u00e7\u00f5es ao anticoagulante;<\/li>\n<li>Escolha entre profilaxia farmacol\u00f3gica e mec\u00e2nica conforme o balan\u00e7o de risco;<\/li>\n<li>Ajuste a dose para obesidade e fun\u00e7\u00e3o renal;<\/li>\n<li>Reavalie diariamente a necessidade e a dura\u00e7\u00e3o da profilaxia de TEV.<\/li>\n<\/ol>\n<h2 id=\"quais-s\u00e3o-os-erros-mais-comuns-na-profilaxia-de-tev\">Quais s\u00e3o os erros mais comuns na profilaxia de TEV?<\/h2>\n<p>A maioria das falhas \u00e9 previs\u00edvel. O erro mais frequente \u00e9 n\u00e3o estratificar: prescrever para todos ou para ningu\u00e9m, sem aplicar o escore. Logo atr\u00e1s vem deixar de prescrever no cl\u00ednico de alto risco, justamente quem mais se beneficia.<\/p>\n<p>A mesma disciplina de protocolo aplicada \u00e0 <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/sindrome-coronariana-aguda-ecg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">s\u00edndrome coronariana aguda<\/a> deveria valer aqui: escore aplicado, conduta registrada e reavalia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, em vez de prescri\u00e7\u00e3o herdada da admiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro equ\u00edvoco frequente \u00e9 manter a profilaxia por tempo inadequado \u2014 suspendendo assim que o paciente sai do leito pela primeira vez, ou prolongando por semanas ap\u00f3s a alta sem indica\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n<p>Por fim, ignorar o risco de sangramento ao anticoagular transforma a preven\u00e7\u00e3o em iatrogenia, como quando se negligencia o risco em qualquer <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/arritmia-cardiaca-no-pronto-socorro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">arritmia no pronto-socorro<\/a> que exija anticoagula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 id=\"perguntas-frequentes-sobre-profilaxia-de-tev\">Perguntas frequentes sobre profilaxia de TEV<\/h2>\n<p>Abaixo, as principais d\u00favidas pr\u00e1ticas sobre a tromboprofilaxia no internado.<\/p>\n<h3 id=\"todo-paciente-acamado-precisa-de-profilaxia-farmacol\u00f3gica\">Todo paciente acamado precisa de profilaxia farmacol\u00f3gica?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. A indica\u00e7\u00e3o depende da estratifica\u00e7\u00e3o de risco. O cl\u00ednico com Padua abaixo de 4 geralmente se beneficia apenas de deambula\u00e7\u00e3o precoce e reavalia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria.<\/p>\n<h3 id=\"qual-a-diferen\u00e7a-pr\u00e1tica-entre-hbpm-e-hnf\">Qual a diferen\u00e7a pr\u00e1tica entre HBPM e HNF?<\/h3>\n<p>A HBPM tem posologia mais c\u00f4moda, elimina\u00e7\u00e3o previs\u00edvel e menor risco de plaquetopenia. A HNF \u00e9 preferida na insufici\u00eancia renal grave, por n\u00e3o depender da fun\u00e7\u00e3o renal.<\/p>\n<h3 id=\"como-saber-se-h\u00e1-contraindica\u00e7\u00e3o-\u00e0-profilaxia-farmacol\u00f3gica\">Como saber se h\u00e1 contraindica\u00e7\u00e3o \u00e0 profilaxia farmacol\u00f3gica?<\/h3>\n<p>Avalie sangramento ativo, plaquetopenia, coagulopatia, hipertens\u00e3o n\u00e3o controlada e procedimento neuroaxial recente. Diante deles, a profilaxia mec\u00e2nica \u00e9 a alternativa mais segura.<\/p>\n<h3 id=\"por-quanto-tempo-manter-a-profilaxia-de-tev\">Por quanto tempo manter a profilaxia de TEV?<\/h3>\n<p>Em geral, enquanto persistirem o fator de risco e a restri\u00e7\u00e3o ao leito. Suspens\u00e3o precoce e prolongamento sem indica\u00e7\u00e3o s\u00e3o erros frequentes; reavalie a cada dia.<\/p>\n<h3 id=\"a-profilaxia-de-tev-substitui-o-tratamento-da-trombose\">A profilaxia de TEV substitui o tratamento da trombose?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. As doses profil\u00e1ticas s\u00e3o menores que as terap\u00eauticas. Diante de TEV confirmado, a anticoagula\u00e7\u00e3o plena \u00e9 obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<h2 id=\"a-prescri\u00e7\u00e3o-copiada-e-a-profilaxia-de-tev\">A prescri\u00e7\u00e3o copiada e a profilaxia de TEV<\/h2>\n<p>Enoxaparina 40 mg \u00e9 provavelmente o item mais copiado das prescri\u00e7\u00f5es hospitalares brasileiras \u2014 repetido da admiss\u00e3o \u00e0 alta, sem que ningu\u00e9m recalcule o Padua, revise o peso ou confira a fun\u00e7\u00e3o renal. Quando o TEV acontece mesmo assim, ou quando aparece o sangramento, quase sempre a resposta estava nesses tr\u00eas par\u00e2metros que n\u00e3o foram reavaliados.<\/p>\n<p>Transformar a profilaxia de TEV em decis\u00e3o consciente exige ter escores, doses e ajustes acess\u00edveis no momento da visita. O <a href=\"https:\/\/editora.institutocdt.com.br\/produto\/guia-pratico-de-cardiologia-na-emergencia?el=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Guia Pr\u00e1tico de Cardiologia na Emerg\u00eancia<\/a> re\u00fane esse material em formato de consulta r\u00e1pida, para quem precisa decidir enquanto passa visita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guia pr\u00e1tico da profilaxia de TEV no paciente acamado: como estratificar o risco com Padua e Caprini, escolher entre HBPM e HNF e evitar erros.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":206187,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[212],"tags":[359,807,357,31,806,805],"class_list":["post-203866","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manuais","tag-anticoagulacao","tag-escore-de-padua","tag-guia-pratico-de-cardiologia-na-emergencia","tag-medicina-intensiva","tag-profilaxia-de-tev","tag-tromboembolismo-venoso"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203866","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=203866"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203866\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":206188,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203866\/revisions\/206188"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/206187"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=203866"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=203866"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=203866"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}