{"id":206392,"date":"2026-09-26T15:00:00","date_gmt":"2026-09-26T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/?p=206392"},"modified":"2026-09-26T15:00:00","modified_gmt":"2026-09-26T18:00:00","slug":"hiperaldosteronismo-primario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/hiperaldosteronismo-primario\/","title":{"rendered":"Hiperaldosteronismo prim\u00e1rio em 1 de cada 5 hipertensos resistentes: do rastreio ao tratamento"},"content":{"rendered":"<p>O hiperaldosteronismo prim\u00e1rio \u00e9 a causa end\u00f3crina mais frequente de hipertens\u00e3o secund\u00e1ria e aparece em 17% a 23% dos hipertensos resistentes. Ainda assim, poucos pacientes dosam aldosterona e renina, e muitos acumulam anos de les\u00e3o cardiovascular.<\/p>\n<p>O erro mais comum n\u00e3o \u00e9 deixar de pedir o exame, e sim pedi-lo nas condi\u00e7\u00f5es erradas. Aldosterona colhida com pot\u00e1ssio de 3,1 mEq\/L, dieta hiposs\u00f3dica e clortalidona ativa gera um falso-negativo que afasta o hiperaldosteronismo prim\u00e1rio cedo demais.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/out-hiperaldosteronismo-primario-1.webp\" alt=\"hiperaldosteronismo prim\u00e1rio\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A rela\u00e7\u00e3o aldosterona\/renina s\u00f3 \u00e9 confi\u00e1vel com pot\u00e1ssio corrigido, dieta sem restri\u00e7\u00e3o de s\u00f3dio e coleta pela manh\u00e3 ap\u00f3s duas horas fora do leito.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Quem deve ser rastreado para hiperaldosteronismo prim\u00e1rio?<\/h2>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o se ampliou em pouco tempo. Antes restrita a perfis de risco, a investiga\u00e7\u00e3o passou a ser sugerida para todo hipertenso confirmado pelas diretrizes europeias de 2024 e pela atualiza\u00e7\u00e3o de 2025, resumida no <a href=\"https:\/\/www.endocrine.org\/news-and-advocacy\/news-room\/2025\/endocrine-society-guideline-calls-for-increased-screening-for-common-cause-of-high-blood-pressure\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">comunicado da Endocrine Society<\/a>.<\/p>\n<h3>Quais perfis t\u00eam maior probabilidade pr\u00e9-teste?<\/h3>\n<p>Mesmo com o rastreio universal, alguns cen\u00e1rios concentram os casos e os tumores oper\u00e1veis. Os perfis abaixo v\u00eam da diretriz de 2016 e ajudam a decidir quem investigar primeiro:<\/p>\n<ul>\n<li>Hipertens\u00e3o com hipocalemia espont\u00e2nea ou induzida por diur\u00e9tico tiaz\u00eddico;<\/li>\n<li>Press\u00e3o acima de 140\/90 mmHg com tr\u00eas anti-hipertensivos, incluindo diur\u00e9tico;<\/li>\n<li>Press\u00e3o controlada somente \u00e0 custa de quatro ou mais drogas;<\/li>\n<li>Hipertens\u00e3o associada a incidentaloma adrenal ou a apneia obstrutiva do sono;<\/li>\n<li>Hipertens\u00e3o antes dos 40 anos ou AVC precoce na fam\u00edlia.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Por que vale investigar mesmo com a press\u00e3o controlada?<\/h3>\n<p>Com a mesma press\u00e3o, o paciente com hiperaldosteronismo prim\u00e1rio tem mais fibrila\u00e7\u00e3o atrial, infarto, AVC e insufici\u00eancia card\u00edaca que o hipertenso prim\u00e1rio. O dano vem do horm\u00f4nio sobre cora\u00e7\u00e3o e rim, como detalha o texto sobre <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/hipertensao-arterial-resistente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">hipertens\u00e3o arterial resistente<\/a>.<\/p>\n<h2>Como coletar aldosterona e renina sem resultado enganoso?<\/h2>\n<p>O rastreio usa aldosterona plasm\u00e1tica, renina direta ou atividade de renina e pot\u00e1ssio. A coleta ocorre pela manh\u00e3, ap\u00f3s duas horas fora do leito e cinco a quinze minutos sentado, com dieta livre em s\u00f3dio.<\/p>\n<h3>Quais anti-hipertensivos falseiam o hiperaldosteronismo prim\u00e1rio?<\/h3>\n<p>O problema real \u00e9 o falso-negativo, porque o falso-positivo ainda passa pelo teste confirmat\u00f3rio. A tabela resume o efeito de cada classe e a conduta antes da coleta:<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Medicamento<\/th>\n<th>Efeito na rela\u00e7\u00e3o aldosterona\/renina<\/th>\n<th>Conduta pr\u00e1tica<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Diur\u00e9ticos e espironolactona<\/td>\n<td>Elevam a renina (falso-negativo)<\/td>\n<td>Suspender por pelo menos 4 semanas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>IECA, BRA e bloqueador de canal de c\u00e1lcio di-hidropirid\u00ednico<\/td>\n<td>Elevam a renina (falso-negativo)<\/td>\n<td>Trocar se a renina vier n\u00e3o suprimida<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Betabloqueador, clonidina e metildopa<\/td>\n<td>Suprimem a renina (falso-positivo)<\/td>\n<td>Interpretar com cautela ou trocar<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Verapamil de libera\u00e7\u00e3o lenta, hidralazina, doxazosina<\/td>\n<td>Interfer\u00eancia m\u00ednima<\/td>\n<td>Usar como esquema de transi\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>Hipocalemia precisa ser corrigida antes da coleta?<\/h3>\n<p>Sim, porque o pot\u00e1ssio baixo reduz a secre\u00e7\u00e3o de aldosterona e mascara o diagn\u00f3stico. A reposi\u00e7\u00e3o segue os cuidados do guia de <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/potassio-baixo-a-reposicao-de-potassio-sem-erro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">reposi\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio<\/a>, e a amostra s\u00f3 \u00e9 colhida com pot\u00e1ssio normal.<\/p>\n<h3>Quais pontos de corte usar?<\/h3>\n<p>A diretriz de 2025 considera sugestivos renina suprimida (atividade at\u00e9 1 ng\/mL\/h ou renina direta at\u00e9 8,2 mU\/L) com aldosterona de pelo menos 10 ng\/dL por imunoensaio. Os cortes variam com o m\u00e9todo do laborat\u00f3rio, e a compara\u00e7\u00e3o entre diretrizes est\u00e1 nesta <a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC12885222\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">revis\u00e3o no PMC<\/a>.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/out-hiperaldosteronismo-primario-2.webp\" alt=\"hiperaldosteronismo prim\u00e1rio\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O cateterismo das veias adrenais separa a doen\u00e7a unilateral, tratada com cirurgia, da produ\u00e7\u00e3o bilateral, que segue em tratamento cl\u00ednico.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Quando o teste confirmat\u00f3rio pode ser dispensado?<\/h2>\n<p>Renina suprimida, aldosterona acima de 20 ng\/dL e hipocalemia espont\u00e2nea j\u00e1 fecham o diagn\u00f3stico bioqu\u00edmico. Nesse perfil, o paciente segue direto para imagem e, se candidato \u00e0 cirurgia, para o cateterismo adrenal.<\/p>\n<h3>Qual teste confirmat\u00f3rio escolher?<\/h3>\n<p>Um \u00fanico teste basta, conforme o paciente e o servi\u00e7o. Na infus\u00e3o salina sentado, 2 litros em 4 horas, aldosterona final de 6 ng\/dL ou mais confirma a doen\u00e7a, mas a sobrecarga de volume contraindica o teste na insufici\u00eancia card\u00edaca.<\/p>\n<p>Na furosemida, 40 mg EV ap\u00f3s duas horas de ortostatismo, a renina que segue suprimida confirma. O teste do captopril, 50 mg, tem sensibilidade mais discut\u00edvel.<\/p>\n<h3>Tomografia normal descarta hiperaldosteronismo prim\u00e1rio?<\/h3>\n<p>N\u00e3o descarta, porque a forma bilateral idiop\u00e1tica responde por cerca de 60% dos casos e costuma ter adrenais normais. A tomografia com cortes finos localiza n\u00f3dulos e afasta carcinoma, mas n\u00e3o confirma nem exclui a doen\u00e7a.<\/p>\n<h2>Como decidir entre cirurgia e tratamento cl\u00ednico no hiperaldosteronismo prim\u00e1rio?<\/h2>\n<p>A pergunta central \u00e9 se a aldosterona vem de uma adrenal ou das duas. A tomografia n\u00e3o responde sozinha, porque n\u00f3dulos n\u00e3o funcionantes s\u00e3o comuns depois dos 35 anos e podem estar do lado errado.<\/p>\n<h3>Quando pedir o cateterismo das veias adrenais?<\/h3>\n<p>O cateterismo s\u00f3 faz sentido no paciente que aceita e tolera a cirurgia. A sequ\u00eancia abaixo organiza a decis\u00e3o e evita procedimentos desnecess\u00e1rios:<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li>Confirmar a doen\u00e7a bioquimicamente e rastrear co-secre\u00e7\u00e3o de cortisol com dexametasona 1 mg;<\/li>\n<li>Realizar tomografia de adrenais com cortes finos para localizar n\u00f3dulos;<\/li>\n<li>Dispensar o cateterismo s\u00f3 com idade abaixo de 35 anos, hipocalemia espont\u00e2nea, aldosterona acima de 30 ng\/dL e adenoma unilateral;<\/li>\n<li>Nos demais, fazer o cateterismo em centro experiente, com \u00edndice de seletividade de pelo menos 5 sob cosintropina;<\/li>\n<li>Considerar doen\u00e7a unilateral quando o \u00edndice de lateraliza\u00e7\u00e3o for de 4 ou mais com cosintropina.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Como conduzir o tratamento cl\u00ednico?<\/h3>\n<p>A espironolactona \u00e9 a droga de escolha no Brasil, iniciada em dose baixa e titulada at\u00e9 a renina subir em rela\u00e7\u00e3o ao basal. O alvo triplo \u00e9 pot\u00e1ssio normal, renina desbloqueada e press\u00e3o controlada.<\/p>\n<p>A ginecomastia \u00e9 dose-dependente, e idosos e renais cr\u00f4nicos exigem controle de pot\u00e1ssio e creatinina, como discute o texto sobre <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/funcao-renal-reduzida-o-ajuste-de-dose-na-insuficiencia-renal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ajuste de dose na insufici\u00eancia renal<\/a>. A eplerenona, em duas tomadas di\u00e1rias, \u00e9 alternativa sem efeito antiandrog\u00eanico.<\/p>\n<h3>O que monitorar depois da adrenalectomia?<\/h3>\n<p>A adrenal contralateral pode estar suprimida, e o p\u00f3s-operat\u00f3rio traz risco de hipoaldosteronismo com hipercalemia. Suspendem-se espironolactona e suplemento de pot\u00e1ssio, com dosagens seriadas e aten\u00e7\u00e3o aos sinais de <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/alteracoes-potassio-ecg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">altera\u00e7\u00f5es do pot\u00e1ssio no ECG<\/a>.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre hiperaldosteronismo prim\u00e1rio<\/h2>\n<p>As perguntas abaixo s\u00e3o as que mais surgem na investiga\u00e7\u00e3o do hiperaldosteronismo prim\u00e1rio. Cada uma recebe resposta direta e aplic\u00e1vel.<\/p>\n<h3>Hiperaldosteronismo prim\u00e1rio sempre causa hipocalemia?<\/h3>\n<p>N\u00e3o, e essa \u00e9 a principal raz\u00e3o do subdiagn\u00f3stico. A maioria tem pot\u00e1ssio normal, e a hipocalemia aparece sobretudo nas formas intensas e em usu\u00e1rios de tiaz\u00eddico.<\/p>\n<h3>\u00c9 preciso suspender todos os rem\u00e9dios antes da rela\u00e7\u00e3o aldosterona\/renina?<\/h3>\n<p>A diretriz de 2025 aceita come\u00e7ar sem suspens\u00e3o, interpretando o resultado conforme cada droga. Se a renina vier suprimida apesar de IECA ou diur\u00e9tico, o rastreio \u00e9 considerado positivo, e s\u00f3 a renina n\u00e3o suprimida com suspeita mantida exige a troca.<\/p>\n<h3>A cirurgia cura o hiperaldosteronismo prim\u00e1rio?<\/h3>\n<p>A adrenalectomia unilateral normaliza o pot\u00e1ssio em quase todos os casos, mas a remiss\u00e3o completa da hipertens\u00e3o ocorre em cerca de 35% a 60%. Idade maior e hipertens\u00e3o antiga reduzem a chance de cura press\u00f3rica.<\/p>\n<h3>Qual a dose de espironolactona usada?<\/h3>\n<p>A titula\u00e7\u00e3o costuma come\u00e7ar com 12,5 a 25 mg por dia e sobe conforme pot\u00e1ssio, renina e press\u00e3o. Doses maiores aumentam ginecomastia e disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, o que leva \u00e0 troca por eplerenona.<\/p>\n<h3>O paciente com fibrila\u00e7\u00e3o atrial deve ser investigado?<\/h3>\n<p>Sim, porque o excesso de aldosterona favorece fibrose atrial, e o hiperaldosteronismo prim\u00e1rio \u00e9 mais comum nesses hipertensos. A anticoagula\u00e7\u00e3o segue os crit\u00e9rios habituais, revistos no texto sobre <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/fibrilacao-atrial-anticoagulacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">fibrila\u00e7\u00e3o atrial e escore CHA2DS2-VASc<\/a>.<\/p>\n<h2>Hiperaldosteronismo prim\u00e1rio na rotina do consult\u00f3rio<\/h2>\n<p>A cena se repete: hipertenso de 48 anos com quatro drogas, pot\u00e1ssio no limite inferior e tr\u00eas consultas sem uma dosagem de renina. Quem pensa em hiperaldosteronismo prim\u00e1rio nesse momento troca o pr\u00f3ximo anti-hipertensivo por um diagn\u00f3stico trat\u00e1vel.<\/p>\n<p>O que trava a investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 a inseguran\u00e7a ao interpretar exames sob medica\u00e7\u00e3o e ao ler um cateterismo. A <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/pos_endocrinologia\/?el=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Endocrinologia do Instituto CDT<\/a> trabalha cada etapa com casos reais de adrenal, para decidir entre cirurgia e espironolactona com seguran\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hiperaldosteronismo prim\u00e1rio: quem rastrear, como colher aldosterona e renina, que rem\u00e9dios trocar, quando indicar o cateterismo adrenal e como tratar.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":206389,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1258,1255,1256,1257],"class_list":["post-206392","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-graduacao-medica","tag-espironolactona","tag-hiperaldosteronismo-primario","tag-hipertensao-secundaria","tag-relacao-aldosterona-renina"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206392","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=206392"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206392\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":206739,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206392\/revisions\/206739"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/206389"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=206392"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=206392"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=206392"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}