{"id":206606,"date":"2026-10-13T15:00:00","date_gmt":"2026-10-13T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/?p=206606"},"modified":"2026-10-13T15:00:00","modified_gmt":"2026-10-13T18:00:00","slug":"escala-rass","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/escala-rass\/","title":{"rendered":"Como aplicar a escala RASS e qual meta de seda\u00e7\u00e3o prescrever na UTI?"},"content":{"rendered":"<p>A escala RASS (<em>Richmond Agitation-Sedation Scale<\/em>) vai de +4, o paciente combativo, a \u22125, o que n\u00e3o desperta nem com est\u00edmulo f\u00edsico. Ela transforma a impress\u00e3o de &#8220;bem sedado&#8221; em um n\u00famero reproduz\u00edvel, que orienta titula\u00e7\u00e3o, despertar di\u00e1rio e rastreio de delirium.<\/p>\n<p>Na passagem de plant\u00e3o, &#8220;sedado e confort\u00e1vel&#8221; pode descrever quem abre os olhos ao ser chamado ou quem n\u00e3o reage \u00e0 fric\u00e7\u00e3o esternal. Sem n\u00famero, o propofol segue na mesma vaz\u00e3o por dias, e o excesso s\u00f3 aparece quando o desmame atrasa.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/out-escala-rass-1.webp\" alt=\"escala RASS\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O contato visual sustentado por mais ou menos de 10 segundos \u00e9 o que separa o paciente sonolento daquele em seda\u00e7\u00e3o leve ou moderada.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Como aplicar a escala RASS passo a passo?<\/h2>\n<p>A pontua\u00e7\u00e3o depende de uma sequ\u00eancia fixa de est\u00edmulos, do mais leve ao mais forte. O exame leva menos de um minuto e precisa ser igual para toda a equipe.<\/p>\n<h3>Qual a ordem correta do exame?<\/h3>\n<p>Cada etapa s\u00f3 \u00e9 feita se a anterior n\u00e3o definiu o escore. Come\u00e7ar pelo est\u00edmulo f\u00edsico acorda o paciente e faz a seda\u00e7\u00e3o parecer mais leve do que realmente \u00e9.<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li>Observar o paciente por cerca de 30 segundos sem toc\u00e1-lo, pontuando de 0 a +4 se estiver alerta ou agitado;<\/li>\n<li>Se n\u00e3o estiver alerta, chamar pelo nome em voz alta e pedir que abra os olhos e olhe para o examinador;<\/li>\n<li>Contar o contato visual: mais de 10 segundos \u00e9 \u22121, menos de 10 segundos \u00e9 \u22122 e movimento sem contato visual \u00e9 \u22123;<\/li>\n<li>Sem resposta \u00e0 voz, sacudir o ombro e, se nada acontecer, friccionar o esterno;<\/li>\n<li>Movimento ou abertura ocular ao est\u00edmulo f\u00edsico vale \u22124, e nenhuma resposta a voz ou toque vale \u22125.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>O que significa cada n\u00edvel da escala RASS?<\/h3>\n<p>A tabela resume os dez n\u00edveis descritos no <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/12421743\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo original de valida\u00e7\u00e3o da escala<\/a>. O lado positivo mede agita\u00e7\u00e3o, o negativo mede profundidade de seda\u00e7\u00e3o, e o zero \u00e9 o paciente calmo e alerta.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Pontua\u00e7\u00e3o<\/th>\n<th>Termo<\/th>\n<th>O que se observa<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>+4<\/td>\n<td>Combativo<\/td>\n<td>Violento, risco imediato para a equipe<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>+3<\/td>\n<td>Muito agitado<\/td>\n<td>Puxa ou remove tubo e cateteres, agressivo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>+2<\/td>\n<td>Agitado<\/td>\n<td>Movimentos sem prop\u00f3sito, briga com o ventilador<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>+1<\/td>\n<td>Inquieto<\/td>\n<td>Ansioso, com movimentos n\u00e3o agressivos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>0<\/td>\n<td>Alerta e calmo<\/td>\n<td>Tranquilo e atento<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u22121<\/td>\n<td>Sonolento<\/td>\n<td>Desperta \u00e0 voz e mant\u00e9m contato visual por mais de 10 s<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u22122<\/td>\n<td>Seda\u00e7\u00e3o leve<\/td>\n<td>Desperta \u00e0 voz, contato visual por menos de 10 s<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u22123<\/td>\n<td>Seda\u00e7\u00e3o moderada<\/td>\n<td>Movimento ou abertura ocular \u00e0 voz, sem contato visual<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u22124<\/td>\n<td>Seda\u00e7\u00e3o profunda<\/td>\n<td>N\u00e3o responde \u00e0 voz, mas se move ao est\u00edmulo f\u00edsico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u22125<\/td>\n<td>N\u00e3o despert\u00e1vel<\/td>\n<td>Sem resposta \u00e0 voz ou ao est\u00edmulo f\u00edsico<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2>Qual meta da escala RASS prescrever para cada paciente?<\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/30113379\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">diretriz PADIS da Society of Critical Care Medicine<\/a> sugere seda\u00e7\u00e3o leve, e n\u00e3o profunda, para a maioria dos adultos em ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. A meta deve constar na prescri\u00e7\u00e3o como qualquer alvo terap\u00eautico.<\/p>\n<h3>Quando a meta \u00e9 seda\u00e7\u00e3o leve?<\/h3>\n<p>Para a maior parte dos pacientes, o alvo fica entre \u22122 e 0, com o doente tranquilo e capaz de interagir. Esse n\u00edvel permite relatar dor, colaborar com o <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/desmame-ventilacao-mecanica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">desmame da ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica<\/a> e reduz complica\u00e7\u00f5es dos pr\u00f3prios sedativos.<\/p>\n<h3>Quando se aceita RASS \u22124 ou \u22125?<\/h3>\n<p>Seda\u00e7\u00e3o profunda cabe na SDRA grave com assincronia refrat\u00e1ria, na hipertens\u00e3o intracraniana, no estado de mal epil\u00e9ptico e no rec\u00e9m-intubado em curva de piora. O erro \u00e9 estender essa meta ao p\u00f3s-operat\u00f3rio simples.<\/p>\n<h3>Por que o bloqueio neuromuscular invalida a pontua\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n<p>Sem resposta motora, o paciente curarizado sempre pontua \u22125, esteja sedado ou consciente e paralisado. A seda\u00e7\u00e3o profunda precisa ser garantida antes do bloqueador, e a vigil\u00e2ncia passa a depender de sinais auton\u00f4micos e do \u00edndice bispectral.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/out-escala-rass-2.webp\" alt=\"escala RASS\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A titula\u00e7\u00e3o do hipn\u00f3tico fica mais segura quando cada mudan\u00e7a de vaz\u00e3o \u00e9 seguida de nova pontua\u00e7\u00e3o e comparada com a meta prescrita.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Como a escala RASS guia a titula\u00e7\u00e3o e o despertar di\u00e1rio?<\/h2>\n<p>Agita\u00e7\u00e3o em paciente intubado muitas vezes \u00e9 dor, e subir o hipn\u00f3tico nesse cen\u00e1rio s\u00f3 esconde o problema. A l\u00f3gica de <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/dor-e-analgesia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">analgesia primeiro<\/a> pede aplicar BPS ou CPOT antes de mexer na seda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Como ajustar a bomba pela pontua\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n<p>Uma estrat\u00e9gia pr\u00e1tica \u00e9 manter o opioide como base analg\u00e9sica est\u00e1vel e titular s\u00f3 o hipn\u00f3tico, reavaliando ap\u00f3s cada mudan\u00e7a. Com <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/midazolam-sedacao-doses\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">midazolam em infus\u00e3o cont\u00ednua<\/a>, o metab\u00f3lito ativo se acumula na insufici\u00eancia renal e aprofunda o escore de um dia para o outro.<\/p>\n<h3>Como usar a escala RASS no despertar di\u00e1rio?<\/h3>\n<p>No ensaio de Kress, publicado em 2000, a interrup\u00e7\u00e3o di\u00e1ria dos sedativos reduziu a ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica de 7,3 para 4,9 dias. A pontua\u00e7\u00e3o guia a <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/interrupcao-diaria-de-sedativos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">interrup\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de sedativos<\/a>: desliga-se a bomba, reavalia-se o escore e, se houver agita\u00e7\u00e3o, reinicia-se com metade da dose anterior.<\/p>\n<h2>Quais erros comprometem a escala RASS na pr\u00e1tica?<\/h2>\n<p>Boa parte das pontua\u00e7\u00f5es erradas nasce de detalhes de execu\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o de desconhecimento da escala. Os deslizes abaixo s\u00e3o os mais frequentes e mudam a conduta.<\/p>\n<ul>\n<li>Pontuar logo ap\u00f3s bolus, aspira\u00e7\u00e3o traqueal ou banho, quando o escore reflete o evento e n\u00e3o a seda\u00e7\u00e3o basal;<\/li>\n<li>Tratar RASS +2 com mais hipn\u00f3tico sem investigar dor, hip\u00f3xia, reten\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria ou abstin\u00eancia;<\/li>\n<li>Considerar RASS \u22121 ou \u22122 como resultado ideal sem rastrear delirium hipoativo;<\/li>\n<li>Registrar o n\u00famero sem a meta ao lado, o que impede saber se a bomba deve subir ou descer.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Como a escala RASS se liga ao CAM-ICU?<\/h3>\n<p>A pontua\u00e7\u00e3o abre o rastreio de delirium: com \u22124 ou \u22125, o CAM-ICU n\u00e3o \u00e9 aplicado e o paciente \u00e9 reavaliado depois. De \u22123 a +4, segue-se para o teste de aten\u00e7\u00e3o, e o <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/manejo-do-delirium-na-uti-prevenir-rastrear-e-tratar-sem-piorar-o-paciente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">manejo do delirium na UTI<\/a> come\u00e7a pela revis\u00e3o dos sedativos.<\/p>\n<h3>Em quem a pontua\u00e7\u00e3o perde precis\u00e3o?<\/h3>\n<p>Surdez, barreira de idioma, les\u00e3o ocular e afasia por AVC dificultam avaliar o contato visual. Nesses casos, a equipe registra a limita\u00e7\u00e3o e combina um crit\u00e9rio \u00fanico de resposta.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre escala RASS<\/h2>\n<p>Residentes e plantonistas de UTI costumam trazer as d\u00favidas abaixo sobre a pontua\u00e7\u00e3o. As respostas v\u00e3o direto ao que muda a prescri\u00e7\u00e3o do dia.<\/p>\n<h3>Qual a diferen\u00e7a entre a escala RASS e a de Ramsay?<\/h3>\n<p>A escala de Ramsay, de 1974, tem seis n\u00edveis, s\u00f3 um deles para agita\u00e7\u00e3o. A RASS tem dez n\u00edveis, separa agita\u00e7\u00e3o de seda\u00e7\u00e3o e usa o contato visual para refinar a grada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Com que frequ\u00eancia aplicar a escala RASS?<\/h3>\n<p>O m\u00ednimo aceit\u00e1vel \u00e9 duas vezes ao dia, mas avaliar a cada turno de seis horas \u00e9 mais seguro no paciente cr\u00edtico. Toda mudan\u00e7a de vaz\u00e3o tamb\u00e9m pede nova pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>A enfermagem pode pontuar a escala RASS?<\/h3>\n<p>Pode e deve, porque a escala foi validada com m\u00e9dicos e enfermeiros, com boa concord\u00e2ncia entre eles. O ganho aparece quando o n\u00famero \u00e9 discutido na visita multidisciplinar.<\/p>\n<h3>RASS 0 significa que o paciente est\u00e1 sem dor?<\/h3>\n<p>N\u00e3o, porque a escala mede apenas agita\u00e7\u00e3o e n\u00edvel de consci\u00eancia. Paciente calmo pode ter dor relevante, e a analgesia precisa de escala pr\u00f3pria.<\/p>\n<h3>O que fazer com RASS \u22125 sem sedativo em curso?<\/h3>\n<p>\u00c9 preciso pensar em ac\u00famulo de f\u00e1rmaco, hipercapnia, dist\u00farbio metab\u00f3lico, crise n\u00e3o convulsiva ou les\u00e3o estrutural. Exame neurol\u00f3gico, gasometria e, conforme o caso, tomografia e eletroencefalograma definem o passo seguinte.<\/p>\n<h2>Escala RASS escrita na prescri\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o s\u00f3 na folha de controle<\/h2>\n<p>Um cen\u00e1rio comum \u00e9 a folha de enfermagem com &#8220;RASS \u22125&#8221; anotado por quatro turnos seguidos, enquanto a prescri\u00e7\u00e3o mant\u00e9m a mesma vaz\u00e3o sem meta definida. A escala RASS s\u00f3 muda desfecho quando algu\u00e9m compara o n\u00famero com o alvo e decide descer a bomba.<\/p>\n<p>Essa decis\u00e3o exige conhecer farmacologia e o momento certo de aprofundar ou clarear a seda\u00e7\u00e3o. O <a href=\"https:\/\/editora.institutocdt.com.br\/produto\/manual-pratico-de-sedacao-avancada?el=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Manual Pr\u00e1tico de Seda\u00e7\u00e3o Avan\u00e7ada<\/a> re\u00fane esse racioc\u00ednio com doses, associa\u00e7\u00f5es e protocolos prontos para a beira do leito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escala RASS na UTI: como aplicar em tr\u00eas etapas, o que significa cada n\u00edvel de +4 a \u22125, qual meta prescrever e os erros que distorcem a avalia\u00e7\u00e3o da seda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":206603,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[212],"tags":[827,1432,1433,206],"class_list":["post-206606","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manuais","tag-delirium","tag-escala-rass","tag-sedacao-na-uti","tag-ventilacao-mecanica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206606","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=206606"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":206929,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/206606\/revisions\/206929"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/206603"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=206606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=206606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=206606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}