{"id":207493,"date":"2026-11-06T15:00:00","date_gmt":"2026-11-06T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/?p=207493"},"modified":"2026-11-06T15:00:00","modified_gmt":"2026-11-06T18:00:00","slug":"profilaxia-antibiotica-cirurgica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/profilaxia-antibiotica-cirurgica\/","title":{"rendered":"Profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica: a dose certa, no minuto certo e por pouco tempo"},"content":{"rendered":"<p>A profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica existe para prevenir a infec\u00e7\u00e3o de s\u00edtio cir\u00fargico, e n\u00e3o para tratar infec\u00e7\u00e3o que j\u00e1 existe. Ela depende de quatro decis\u00f5es simples: a droga, a dose ajustada ao peso, o momento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 incis\u00e3o e a dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O erro mais comum n\u00e3o \u00e9 escolher o antibi\u00f3tico errado, e sim mant\u00ea-lo por dias. Uma colecistectomia eletiva com cefalexina prescrita por uma semana ap\u00f3s a alta n\u00e3o protege a ferida e ainda exp\u00f5e o paciente a <em>Clostridioides difficile<\/em> e a resist\u00eancia.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/11\/profilaxia-antibiotica-cirurgica-fig1-1024x682.webp\" alt=\"profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A cefazolina precisa estar no tecido no momento da incis\u00e3o, por isso a infus\u00e3o termina entre 30 e 60 minutos antes do primeiro corte.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Quando a profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica \u00e9 indicada?<\/h2>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o segue o potencial de contamina\u00e7\u00e3o da ferida, pela classifica\u00e7\u00e3o de Altemeier. Quanto maior a contamina\u00e7\u00e3o esperada, maior o risco de infec\u00e7\u00e3o e mais clara a necessidade de antibi\u00f3tico antes da incis\u00e3o.<\/p>\n<h3>Qual \u00e9 o papel da classifica\u00e7\u00e3o da ferida?<\/h3>\n<p>Em cirurgias potencialmente contaminadas, como colecistectomia, apendicectomia, cesariana e histerectomia, a profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica \u00e9 o padr\u00e3o. Nas feridas contaminadas e infectadas, como na peritonite por perfura\u00e7\u00e3o, o antibi\u00f3tico deixa de ser profilaxia e passa a ser tratamento, com espectro e dura\u00e7\u00e3o pr\u00f3prios.<\/p>\n<h3>Cirurgia limpa precisa de antibi\u00f3tico?<\/h3>\n<p>Nem sempre, porque excis\u00e3o simples de pele, bi\u00f3psia de linfonodo e vasectomia costumam dispensar antibi\u00f3tico sist\u00eamico. A indica\u00e7\u00e3o passa a existir quando h\u00e1 pr\u00f3tese, tela ou implante, imunossupress\u00e3o ou fatores de risco como obesidade m\u00f3rbida, desnutri\u00e7\u00e3o e diabetes descompensado.<\/p>\n<p>O controle glic\u00eamico no perioperat\u00f3rio tamb\u00e9m reduz infec\u00e7\u00e3o de ferida. O ajuste da insulina no internado est\u00e1 detalhado em <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/controle-glicemico-o-esquema-de-insulina-basal-bolus-na-pratica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">esquema de insulina basal-b\u00f3lus<\/a>, que vale para o paciente diab\u00e9tico operado.<\/p>\n<h2>Qual antibi\u00f3tico usar na profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica?<\/h2>\n<p>A cefazolina cobre estafilococos sens\u00edveis \u00e0 oxacilina, estreptococos e parte dos Gram-negativos da pele e do trato digestivo alto. Por isso, resolve mais de 90% das profilaxias do <em>Guia Pr\u00e1tico de Antibioticoterapia<\/em>.<\/p>\n<h3>Como escolher o esquema por tipo de cirurgia?<\/h3>\n<p>Os esquemas abaixo resumem as escolhas do livro, coerentes com a <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/23327981\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">diretriz de profilaxia cir\u00fargica da ASHP<\/a>. A dose padr\u00e3o da cefazolina \u00e9 2 g por via endovenosa, e 3 g em pacientes com 120 kg ou mais.<\/p>\n<table>\n<colgroup>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<col style=\"width: 33%\" \/>\n<\/colgroup>\n<thead>\n<tr>\n<th>Cirurgia<\/th>\n<th>Esquema de escolha<\/th>\n<th>Alternativa na alergia grave a betalact\u00e2mico<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Card\u00edaca e ortop\u00e9dica com pr\u00f3tese<\/td>\n<td>Cefazolina 2 g IV<\/td>\n<td>Vancomicina 15 mg\/kg, iniciada 120 minutos antes<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Colecistectomia e hernioplastia<\/td>\n<td>Cefazolina 2 g IV<\/td>\n<td>Clindamicina 900 mg, com gentamicina na colecistectomia<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Colorretal<\/td>\n<td>Cefazolina 2 g + metronidazol 500 mg IV<\/td>\n<td>Clindamicina 900 mg + gentamicina 5 mg\/kg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cesariana e histerectomia<\/td>\n<td>Cefazolina 2 g IV antes da incis\u00e3o<\/td>\n<td>Clindamicina 900 mg + gentamicina 5 mg\/kg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cabe\u00e7a e pesco\u00e7o com mucosa<\/td>\n<td>Amoxicilina-clavulanato 1,2 g IV<\/td>\n<td>Clindamicina 900 mg<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>E o paciente colonizado por MRSA?<\/h3>\n<p>Em cirurgia card\u00edaca, ortop\u00e9dica com pr\u00f3tese ou neurocirurgia, o portador conhecido de MRSA recebe vancomicina somada \u00e0 cefazolina. A vancomicina isolada n\u00e3o substitui a cefazolina, porque cobre mal os Gram-negativos e \u00e9 menos ativa contra o estafilococo sens\u00edvel.<\/p>\n<h3>O que fazer na alergia \u00e0 penicilina?<\/h3>\n<p>A maioria dos r\u00f3tulos de alergia n\u00e3o se confirma, e rea\u00e7\u00e3o leve antiga n\u00e3o contraindica cefazolina. A conduta por tipo de rea\u00e7\u00e3o est\u00e1 em <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/rotulo-de-alergico-o-que-prescrever-na-alergia-a-penicilina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">alergia \u00e0 penicilina<\/a>, e a alergia nunca justifica operar sem profilaxia.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/11\/profilaxia-antibiotica-cirurgica-fig2-1024x576.webp\" alt=\"profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Em cirurgia longa, a cefazolina perde n\u00edvel tecidual depois de cerca de quatro horas, e a dose de repique mant\u00e9m a prote\u00e7\u00e3o at\u00e9 o fechamento.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<h2>Qual o momento certo da profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica?<\/h2>\n<p>O antibi\u00f3tico precisa estar em concentra\u00e7\u00e3o adequada no tecido no instante da incis\u00e3o. Dado depois do corte, ele perde boa parte do efeito, e dado cedo demais, chega ao fim do procedimento j\u00e1 em queda.<\/p>\n<h3>Quantos minutos antes da incis\u00e3o?<\/h3>\n<p>A janela ideal \u00e9 de 30 a 60 minutos antes da incis\u00e3o, em geral na indu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica. Vancomicina e fluoroquinolonas, de infus\u00e3o lenta, come\u00e7am at\u00e9 120 minutos antes.<\/p>\n<h3>Quando repetir a dose durante a cirurgia?<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s sangramento acima de 1.500 mL ou a cada quatro horas de cirurgia, a cefazolina precisa de repique. A cefoxitina, de meia-vida curta, pede nova dose a cada duas horas, enquanto vancomicina e gentamicina raramente precisam de repique.<\/p>\n<h3>A cesariana segue a mesma regra?<\/h3>\n<p>Segue, e a dose \u00e9 dada antes da incis\u00e3o, n\u00e3o depois do clampeamento do cord\u00e3o. Essa mudan\u00e7a reduziu a infec\u00e7\u00e3o materna sem aumentar complica\u00e7\u00f5es neonatais.<\/p>\n<h2>Por quanto tempo manter a profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica?<\/h2>\n<p>Dose \u00fanica, com repique se necess\u00e1rio, basta na maioria das cirurgias limpas e potencialmente contaminadas. O teto de 24 horas fica reservado a procedimentos de alto risco, como card\u00edacos e com pr\u00f3tese, conforme o livro.<\/p>\n<h3>O dreno justifica manter o antibi\u00f3tico?<\/h3>\n<p>N\u00e3o, a presen\u00e7a de dreno n\u00e3o reduz infec\u00e7\u00e3o com antibi\u00f3tico prolongado. A <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28467526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">diretriz do CDC de 2017<\/a> recomenda n\u00e3o administrar doses adicionais ap\u00f3s o fechamento da incis\u00e3o em cirurgias limpas e potencialmente contaminadas, mesmo com dreno.<\/p>\n<h3>Quais erros aumentam a infec\u00e7\u00e3o de s\u00edtio cir\u00fargico?<\/h3>\n<p>Os erros abaixo s\u00e3o os que o livro aponta como mais frequentes. Todos s\u00e3o evit\u00e1veis com um <em>checklist<\/em> de sala.<\/p>\n<ul>\n<li>Iniciar o antibi\u00f3tico depois da incis\u00e3o ou mais de uma hora antes dela;<\/li>\n<li>Manter a profilaxia por dias ap\u00f3s cirurgia eletiva sem infec\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Usar vancomicina ou carbapen\u00eamico de rotina sem indica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica;<\/li>\n<li>Esquecer o repique em cirurgia de seis horas com uma \u00fanica dose;<\/li>\n<li>Prescrever 2 g de cefazolina para paciente com 130 kg.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Como organizar a prescri\u00e7\u00e3o no centro cir\u00fargico?<\/h3>\n<p>A sequ\u00eancia abaixo transforma os quatro pilares em rotina de sala. Ela cabe na pausa cir\u00fargica antes da incis\u00e3o e envolve cirurgi\u00e3o, anestesista e enfermagem.<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li>Classificar a ferida e confirmar se h\u00e1 pr\u00f3tese, implante ou fator de risco;<\/li>\n<li>Checar alergia e coloniza\u00e7\u00e3o por MRSA na avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica;<\/li>\n<li>Ajustar a dose ao peso e infundir entre 30 e 60 minutos antes do corte;<\/li>\n<li>Programar o repique conforme a dura\u00e7\u00e3o e o sangramento;<\/li>\n<li>Suspender a profilaxia na sala ou, no m\u00e1ximo, em 24 horas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quando a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-operat\u00f3ria \u00e9 bem feita, alergia e coloniza\u00e7\u00e3o j\u00e1 aparecem antes do dia da cirurgia. Os exames que de fato mudam conduta est\u00e3o em <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/antes-da-cirurgia-quais-exames-pre-operatorios-pedir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">exames pr\u00e9-operat\u00f3rios<\/a>.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica<\/h2>\n<p>As perguntas a seguir aparecem com frequ\u00eancia na visita p\u00f3s-operat\u00f3ria e na passagem de plant\u00e3o. Cada resposta resume a conduta pr\u00e1tica.<\/p>\n<h3>A profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica precisa continuar ap\u00f3s a alta?<\/h3>\n<p>N\u00e3o, a profilaxia termina na sala cir\u00fargica ou, no m\u00e1ximo, em 24 horas. Antibi\u00f3tico oral na alta s\u00f3 se justifica quando h\u00e1 infec\u00e7\u00e3o diagnosticada, e a\u00ed j\u00e1 \u00e9 tratamento.<\/p>\n<h3>Cefalexina oral serve como profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica?<\/h3>\n<p>N\u00e3o substitui a dose endovenosa antes da incis\u00e3o. O objetivo \u00e9 n\u00edvel tecidual no momento do corte, o que a via oral n\u00e3o garante.<\/p>\n<h3>O que muda se a cirurgia encontrar pus ou v\u00edscera perfurada?<\/h3>\n<p>A ferida passa a ser infectada, e o antibi\u00f3tico vira tratamento. A dura\u00e7\u00e3o segue a resposta cl\u00ednica e o controle do foco, com a mesma l\u00f3gica discutida em <a href=\"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/antibioticoterapia-em-bacteremia-7-ou-14-dias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">dura\u00e7\u00e3o da antibioticoterapia na bacteremia<\/a>.<\/p>\n<h3>Paciente obeso precisa de dose maior?<\/h3>\n<p>Sim, a cefazolina sobe para 3 g a partir de 120 kg. O maior volume de distribui\u00e7\u00e3o pode deixar o n\u00edvel tecidual baixo com a dose habitual.<\/p>\n<h3>Reopera\u00e7\u00e3o na mesma interna\u00e7\u00e3o exige nova dose?<\/h3>\n<p>Exige, porque n\u00e3o existe prote\u00e7\u00e3o residual da primeira cirurgia, ainda que recente. A profilaxia \u00e9 refeita conforme o novo procedimento planejado.<\/p>\n<h2>Profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica: a prescri\u00e7\u00e3o que sobrevive \u00e0 alta<\/h2>\n<p>O paciente sai da colecistectomia com receita de cefalexina por sete dias, copiada do modelo que circula no servi\u00e7o h\u00e1 anos. Ningu\u00e9m questiona, e a profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica vira tratamento sem doen\u00e7a, com diarreia e resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Revisar esse h\u00e1bito exige uma refer\u00eancia r\u00e1pida, com dose, repique e alternativa para cada cirurgia. O <a href=\"https:\/\/editora.institutocdt.com.br\/produto\/guia-pratico-de-antibioticoterapia?el=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Guia Pr\u00e1tico de Antibioticoterapia<\/a> re\u00fane no livro as tabelas por procedimento e os erros que mais aparecem na pr\u00e1tica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Profilaxia antibi\u00f3tica cir\u00fargica: droga, dose, momento antes da incis\u00e3o, repique e dura\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, com os erros que mais aumentam a infec\u00e7\u00e3o de s\u00edtio cir\u00fargico.<\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":207490,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[212],"tags":[486,1737,1736,1735],"class_list":["post-207493","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manuais","tag-antibioticoterapia","tag-cefazolina","tag-infeccao-de-sitio-cirurgico","tag-profilaxia-antibiotica-cirurgica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/207493","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=207493"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/207493\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":207584,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/207493\/revisions\/207584"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/207490"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=207493"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=207493"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutocdt.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=207493"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}