Não basta tratar a doença — é preciso cuidar de quem a carrega. E poucos médicos estão verdadeiramente preparados para isso. No cenário atual, em que o sofrimento físico, emocional e espiritual é parte da rotina hospitalar, a Medicina Paliativa surge não como uma especialidade complementar, mas como um novo padrão de cuidado.
Por mais experiência clínica que se tenha, diante de um paciente em finitude ou com dor refratária, muitos médicos se sentem perdidos. Não por falta de boa vontade — mas por falta de formação específica. Faltam ferramentas, faltam palavras, falta preparo para lidar com a dor que não responde a condutas tradicionais e com famílias que, muitas vezes, esperam do médico mais escuta do que decisão.
É nesse ponto que a Medicina Paliativa se torna essencial. Ela não substitui o tratamento curativo — ela o complementa. E mais do que isso: transforma a conduta, a escuta e a relação entre profissional e paciente. Aprender a cuidar de forma integral, com domínio técnico e comunicação empática, é o que diferencia o médico que executa daquele que verdadeiramente acolhe.
Se você atua em UTI, oncologia, geriatria, anestesiologia ou clínica médica, já deve ter sentido a lacuna que a formação tradicional deixou. A boa notícia? Ela pode ser preenchida. E a partir de agora, com método, prática e profundidade.
Cuidar além da doença é o que diferencia o médico comum do indispensável
Reduzir a Medicina Paliativa a “cuidados de fim de vida” é um erro comum — e perigoso. Essa visão limitada ainda impede muitos médicos de perceberem que paliar não é desistir, mas ampliar. É mudar o foco da cura para o conforto, quando necessário, e integrar esse cuidado desde o início das doenças graves, não apenas em seus momentos finais.
A verdade é que o médico que domina os princípios paliativistas se torna peça-chave em qualquer equipe. E não apenas pela técnica — mas pela sensibilidade que adquire, pela forma como comunica, decide e conduz. O paciente sente. A família percebe. A equipe confia.
Você já presenciou pacientes em sofrimento extremo, com dor difícil de controlar, dispneia, agitação, delírio ou medo intenso? Situações em que o protocolo técnico não basta, e a abordagem tradicional falha em aliviar?
É para esses cenários que o médico paliativista está preparado. E é exatamente por isso que a demanda por profissionais com essa formação cresce tanto.
Segundo o Ministério da Saúde:
- Mais de 625 mil pessoas no Brasil precisam hoje de cuidados paliativos;
- 33 milhões de idosos formam uma população que dobra a cada duas décadas;
- E, ainda assim, apenas 577 médicos têm formação certificada na área.
Esses números não mentem: a lacuna existe — e quem souber preenchê-la será altamente valorizado — em hospitais, unidades de internação, atenção primária, consultórios e até no home care.
Enquanto muitos esperam o reconhecimento da área, poucos percebem que o momento é agora. Porque o Brasil já começou a se mover:
- O SUS lançou sua primeira política nacional de cuidados paliativos;
- A criação de 1.300 novas equipes está prevista para os próximos meses;
- A iniciativa privada segue o mesmo caminho, estruturando setores inteiros voltados à abordagem paliativa.
Quem vai ocupar essas vagas? Quem estará pronto para liderar essas equipes? Quem será chamado para conduzir os casos mais difíceis — com técnica e humanidade?
A oportunidade está posta. O cenário está em transformação. E os médicos preparados sairão na frente.
Método que forma quem atua, não quem só assiste
A maior queixa de quem faz uma Pós-Graduação tradicional? Teoria demais, prática de menos. O que você encontra aqui é exatamente o oposto: conteúdo direto ao ponto, centrado na realidade clínica e em casos reais, com foco total no que você precisa aplicar no consultório, na enfermaria ou no leito da UTI.
Cada módulo da nossa Pós foi desenhado para te preparar com o que realmente importa: controle de sintomas, manejo de situações difíceis, comunicação empática e decisões clínicas sob pressão.
Mais que uma sequência de aulas, você terá uma formação ancorada em três pilares que fazem a diferença entre um paliativista comum e um profissional indispensável:
- Prática: casos clínicos reais, ambulatoriais por telemedicina com pacientes de verdade, simulações de comunicação e decisões clínicas complexas;
- Empatia: desenvolvimento da escuta ativa, do acolhimento verdadeiro e da leitura emocional de pacientes e familiares;
- Comunicação: técnicas para conduzir conversas delicadas, comunicar más notícias com segurança e mediar conflitos com ética e clareza.
Não é um curso que ensina sobre o paciente. É um curso que te ensina a estar com ele, no momento em que mais precisa.
Quem forma você é quem vive o que ensina
Não basta ter aula gravada e acesso à plataforma. Na prática da Medicina Paliativa, você precisa de orientação, de troca e de suporte contínuo — exatamente o que nossa Pós entrega.
Aqui, você será acompanhado por quem atua diariamente no cuidado de pacientes com dor refratária, dispneia, delírio e sofrimento existencial. O Dr. Thiago Amorim e o Dr. Jôte, referência nacional em cuidados paliativos, coordenam pessoalmente cada etapa da formação.
Ambos não apenas ensinam, mas vivem o que ensinam. Estão nos hospitais, nas enfermarias, nos consultórios e nos leitos de pacientes em situação complexa. E é essa experiência real que molda o conteúdo da Pós.
Além das aulas estruturadas por especialistas da linha de frente, você terá:
- Grupo de WhatsApp com médicos de todo o país, para discutir casos, revisar condutas, tirar dúvidas e receber orientação direta dos coordenadores;
- Ambulatórios quinzenais por telemedicina, nos quais você verá pacientes reais sendo atendidos e terá a chance de acompanhar decisões clínicas em tempo real.
Não há improviso. Há formação com acompanhamento. Não há isolamento. Há comunidade médica ativa.
Você não estuda sozinho(a). Você se forma em conjunto — com quem já percorreu o caminho e agora caminha ao seu lado.
Formação robusta, pensada para quem quer atuar com propriedade
Ser um médico paliativista exige mais do que sensibilidade. Exige conhecimento técnico profundo, domínio de protocolos e segurança para conduzir situações delicadas com clareza e humanidade. Por isso, a estrutura da nossa Pós-Graduação foi desenhada para formar profissionais completos — não apenas teóricos, mas prontos para aplicar.
Ao longo de 18 meses, você terá acesso a uma trilha de aprendizado construída para integrar ciência, prática clínica e comunicação empática. O curso conta com:
- 18 módulos exclusivos com temas essenciais da Medicina Paliativa;
- Carga horária total de 420h;
- Encontros presenciais bimestrais em São Paulo – SP;
- Ambulatórios via telemedicina com pacientes reais;
- TCC facultativo;
- Certificado reconhecido pelo MEC.
A seguir, confira a estrutura modular da Pós:
Módulo 1 – Fundamentos em Cuidados Paliativos
Neste módulo inicial, você mergulha nos pilares conceituais da Medicina Paliativa e compreende sua inserção no cuidado em saúde. São abordadas as bases filosóficas, os princípios norteadores da prática paliativista, métodos de avaliação de prognóstico e as formas de organização dos cuidados paliativos nas redes assistenciais.
- Conceitos e princípios
- Avaliação e índices prognósticos
- Gestão em cuidados paliativos
- Cuidados paliativos nas redes de atenção à saúde
Módulo 2 – O Processo do Morrer
A abordagem do morrer como parte do ciclo de cuidado é o foco deste módulo. Você entenderá como reconhecer a terminalidade, identificar a fase final de vida e lidar com o processo ativo de morte, com base em evidências, escuta e respeito à dignidade do paciente.
- Terminalidade
- Fase final de vida
- Processo ativo de morte
Módulo 3 – Controle de Sintomas: Dor
A dor é um dos sintomas mais prevalentes e desafiadores. Aqui, você aprende a classificar e avaliar a dor corretamente, bem como a escolher entre terapias com opioides, estratégias não opioides e abordagens intervencionistas, sempre com foco no alívio eficaz e seguro.
- Fisiopatologia, classificação e avaliação da dor
- Analgesia opioide
- Analgesia não opioide
- Analgesia intervencionista
Módulo 4 – Comunicação Empática e Atitude Compassiva
A habilidade de comunicar-se com clareza e humanidade transforma a prática médica. Este módulo ensina técnicas de escuta ativa, comunicação assertiva e compassiva, além de estratégias para lidar com situações delicadas como a entrega de más notícias.
- Os diferentes tipos de comunicação
- Comunicação de notícias delicadas
- Empatia e compaixão em cuidados paliativos
Módulo 5 – Outros Tópicos em Cuidados Paliativos
Você conhecerá abordagens específicas que fazem a diferença em situações críticas, como a extubação paliativa e a sedação de pacientes refratários. Também será introduzido à prática domiciliar e ao raciocínio clínico por meio de casos reais.
- Extubação paliativa
- Sedação paliativa
- Cuidados paliativos em domicílio
- Casos clínicos
Módulo 6 – Bioética, Legislação e Finitude da Vida
Neste módulo, os dilemas morais, jurídicos e existenciais são enfrentados com clareza. Você estudará as diretivas antecipadas de vontade, os aspectos legais da terminalidade no Brasil e os fundamentos bioéticos que sustentam decisões clínicas difíceis.
- Bioética e terminalidade
- Legislação brasileira e aspectos jurídicos
- Diretivas antecipadas de vontade
Módulo 7 – Aspectos Psicológicos, Sociais e Espirituais
O cuidado paliativo vai além da fisiologia. Aqui, você aprenderá a lidar com o luto, a angústia existencial, a espiritualidade e os fatores psicossociais que interferem no cuidado. A conferência familiar e o suporte emocional são pontos centrais deste módulo.
- Conferência familiar e assistência ao luto
- Espiritualidade em saúde
- Sofrimento existencial
- Barreiras sociais em cuidados paliativos
Módulo 8 – Procedimentos em Cuidados Paliativos
Você será capacitado para executar intervenções como a hipodermóclise, curativos em feridas complexas e estratégias cirúrgicas paliativas. O módulo combina teoria e prática, preparando você para atuar com precisão e conforto técnico.
- Hipodermóclise – teoria
- Hipodermóclise – prática
- Feridas e curativos
- Perioperatório e cirurgia paliativa
Módulo 9 – Controle de Sintomas Respiratórios
A dispneia é uma das queixas mais angustiantes do paciente em cuidados paliativos. Este módulo abrange o manejo de sintomas respiratórios complexos e desconfortos como tosse crônica, secreção excessiva, xerostomia e sialorreia.
- Dispneia
- Tosse e hiperssecretividade
- Sialorreia, babação e xerostomia
Módulo 10 – Controle de Sintomas Gastrointestinais
Aqui você aprenderá a manejar sintomas digestivos prevalentes como náuseas, vômitos, disfagia, síndrome da caquexia-anorexia e alterações do hábito intestinal, com foco em conforto e funcionalidade.
- Náuseas e vômitos
- Síndrome da caquexia-anorexia
- Obstipação e diarreia
- Disfagia e soluço
Módulo 11 – Sintomas Diversos
Este módulo amplia seu repertório clínico com estratégias para controlar sintomas como prurido, sudorese, fadiga intensa, alterações de sono e sintomas neuropsiquiátricos como delirium, ansiedade e depressão.
- Prurido e sudorese
- Fadiga
- Delirium, depressão e ansiedade
- Insônia e hipersonia
Módulo 12 – Cuidados Paliativos em Condições Crônicas
Você verá como integrar a abordagem paliativa em especialidades clínicas de alta prevalência como cardiologia, pneumologia, nefrologia e hepatologia, com foco na melhora da qualidade de vida mesmo em pacientes em tratamento ativo.
- Cuidados paliativos em cardiologia
- Cuidados paliativos em pneumologia
- Cuidados paliativos em nefrologia
- Cuidados paliativos em hepatologia
Módulo 13 – Cuidados Paliativos em Doenças Neurológicas
Este módulo é voltado para o manejo de pacientes com condições neurológicas graves e irreversíveis. Você aprenderá a lidar com doenças progressivas como demência, ELA, síndromes agudas de mau prognóstico e fragilidade geriátrica.
- Cuidados paliativos em síndromes demenciais e Parkinson
- Cuidados paliativos em esclerose lateral amiotrófica
- Síndrome neurológica aguda de mau prognóstico
- Síndrome da fragilidade
Módulo 14 – Cuidados Paliativos em Hemato-Oncologia
O foco está na atuação conjunta com as equipes oncológicas e hematológicas. Você aprenderá a manejar efeitos colaterais de terapias, abordar pacientes com doença metastática e integrar o cuidado paliativo desde o diagnóstico.
- Radioterapia e quimioterapia
- Abordagem da doença metastática
- Cuidados paliativos em hematologia
Módulo 15 – Cuidados Paliativos em Outras Especialidades
A Medicina Paliativa também está presente em especialidades menos exploradas, como psiquiatria, reumatologia e cirurgia. Este módulo mostra como aplicar os princípios paliativistas em diferentes contextos.
- Cuidados paliativos em psiquiatria
- Cuidados paliativos em reumatologia
- Cuidados paliativos em cirurgia
Módulo 16 – Cuidados Paliativos em Unidades Emergenciais
Neste módulo, você será preparado para aplicar os cuidados paliativos de forma eficaz em UTIs, pronto-socorros e cenários de calamidade pública, com foco na tomada de decisão rápida e compassiva.
- Cuidados paliativos em terapia intensiva
- Cuidados paliativos em pronto-socorro
- Cuidados paliativos no cenário de calamidades
Módulo 17 – Emergências em Cuidados Paliativos
Você será treinado para identificar e manejar urgências comuns no cenário paliativo, como hemorragias, crises convulsivas, compressão medular e hipercalcemia, com foco em medidas de alívio e segurança clínica.
- Síndrome da veia cava superior
- Síndrome de compressão medular
- Hemorragias
- Convulsões
- Hipercalcemia da malignidade e obstrução intestinal maligna
Módulo 18 – Metodologia Científica
Para encerrar sua formação com excelência acadêmica, este módulo desenvolve habilidades de pesquisa aplicada e apresentação científica, úteis para congressos, publicações ou atuação como formador de opinião.
- Apresentação e oratória
- Pesquisa médica aplicada
Conheça seus coordenadores
Na Pós-Graduação em Medicina Paliativa do Instituto CDT, você será guiado pelos seguintes profissionais:
Dr. Thiago Amorim
CRM-SP: 163.914 | RQE: 67.105

- Coordenador geral das Pós-Graduações do Instituto CDT;
- Anestesiologista formado pelo Hospital Albert Einstein – SP;
- Mestre em Ciências da Saúde pela Santa Casa de Misericórdia de SP;
- Dedicação exclusiva ao ensino, à pesquisa e ao suporte aos alunos;
- Autor de 6 livros sobre emergência, via aérea e ventilação mecânica;
- Mais de 21.000 médicos já impactados por seus cursos e treinamentos;
- Anestesista vencedor do prêmio Top of Mind – São Paulo/SP (2024).
Dr. Jôte
CRM-PR: 31.238 | RQE: 26.136

- Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC;
- Residência médica em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina do ABC;
- Residência médica em Nefrologia pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba;
- Pós-Graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar-SP;
- Residência médica em Medicina Paliativa pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP;
- Pós-graduado em Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein;
- Médico de Cuidados Paliativos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná;
- Coordenador do serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie;
- Professor da disciplina de Cuidados Paliativos do curso de Medicina da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná.
Alta demanda, poucos especialistas: os dados que comprovam a urgência
Você sente que a medicina está mudando? Pois ela está — e rápido. A transição demográfica no Brasil não é mais uma previsão: é uma realidade; e com ela vem uma demanda crescente por médicos que saibam cuidar de forma integral.
A população idosa dobrou nas últimas duas décadas. Pacientes com doenças crônicas complexas, em tratamento ou sem perspectiva de cura, aumentam a cada ano. Famílias desesperadas por orientação, médicos exaustos tentando aliviar o que a conduta padrão não resolve. E o mais alarmante: quase ninguém preparado para assumir esse papel.
Veja os números que revelam o tamanho da oportunidade (e da responsabilidade):
- 33 milhões de idosos no Brasil atualmente;
- 625 mil pessoas precisam de cuidados paliativos, segundo o Ministério da Saúde;
- Apenas 577 médicos são certificados na área;
- O SUS já iniciou a implementação de 1.300 equipes de cuidados paliativos no país;
- Hospitais privados e operadoras de saúde estão criando setores especializados.
A lacuna existe — e não será preenchida por médicos genéricos. Será preenchida por quem se preparou para cuidar onde os outros hesitam. O espaço é técnico, sim. Mas é, sobretudo, humano. E cada vez mais valorizado.
Ferramentas, apoio e acompanhamento durante toda sua jornada
Você não precisa — nem deveria — percorrer essa formação sozinho. Em uma área como a Medicina Paliativa, em que os dilemas são profundos, as decisões difíceis e o cuidado ultrapassa o físico, o suporte contínuo é parte do processo formativo.
Nossa Pós-Graduação foi desenhada para acompanhar você do primeiro ao último módulo. E isso não significa apenas uma plataforma organizada — significa presença, diálogo, orientação e atualização constante.
Durante a sua jornada, você terá acesso a:
- Grupo ativo de WhatsApp com médicos de todo o Brasil, coordenado pelos próprios professores, para discutir casos clínicos reais, solicitar segundas opiniões, revisar condutas e compartilhar experiências;
- Ambulatórios quinzenais via telemedicina, nos quais você observa atendimentos a pacientes reais, conduzidos por docentes da Pós;
- Espaço de dúvidas diretamente na plataforma, com respostas da equipe acadêmica;
- Equipe de suporte dedicada, pronta para ajudar em questões técnicas, financeiras ou acadêmicas;
- Acompanhamento dos coordenadores, inclusive com interações nos encontros presenciais.
O ensino aqui é coletivo. A experiência é compartilhada. Porque, na Medicina Paliativa, se aprende com os livros, mas se forma com as pessoas. E é isso que entregamos: não apenas conteúdo, mas comunidade.
Reconhecimento real e satisfação que se comprova
Fazer uma Pós-Graduação não deveria ser só uma formalidade — deveria ser um divisor de águas na sua carreira. E é exatamente isso que a formação em Medicina Paliativa do Instituto CDT oferece: relevância prática, validação institucional e reconhecimento profissional.
O certificado da nossa Pós é emitido em parceria com a Faculdade Unypública e tem reconhecimento oficial pelo MEC, com toda a segurança jurídica e acadêmica que a sua trajetória médica exige.
Mais do que isso, é uma formação que respeita o seu tempo — e a sua realidade.
- Carga horária de 420 horas, com acesso por 18 meses;
- Aulas online e encontros presenciais bimestrais em São Paulo – SP;
- TCC facultativo — você aprofunda sua formação sem burocracia acadêmica desnecessária;
- Pagamento facilitado no cartão de crédito (sem ocupar o limite total), boleto ou Pix.
Mas o que realmente valida uma Pós não é só a assinatura no diploma. É o que os alunos dizem após viverem a experiência.
Nosso NPS (Net Promoter Score), índice que mede o quanto os alunos recomendariam o curso a colegas, está entre os mais altos do país na área médica. E isso não acontece por acaso. Acontece porque entregamos aquilo que prometemos — e mais.
- Professores acessíveis e experientes;
- Ambulatórios reais e apoio constante;
- Um ambiente que forma não só especialistas, mas médicos mais humanos.
Se tantos colegas recomendam, é porque algo mudou neles. E isso também pode começar por você.
FAQ – tire suas dúvidas sobre a Pós em Medicina Paliativa
Abaixo, respondemos com clareza as dúvidas mais frequentes.
Preciso fazer TCC obrigatório?
Não precisa. O TCC é totalmente opcional. Aqui, valorizamos a aplicação prática do conhecimento — não um documento protocolar. Você será avaliado por meio de módulos e atividades clínicas reais.
Como funciona o grupo de WhatsApp?
É uma comunidade viva, ativa, com médicos de várias regiões discutindo casos clínicos, trocando experiências e aprendendo juntos. E o melhor: coordenada diretamente pelos professores, com espaço para dúvidas, orientações e networking real.
E se eu tiver dúvida sobre alguma aula?
Logo abaixo de cada vídeo, existe um espaço exclusivo para perguntas. A equipe do Instituto CDT responde pessoalmente. E se preferir, pode também discutir o tema no grupo — ou aguardar os ambulatórios quinzenais.
O certificado é reconhecido pelo MEC?
Sim. Nosso curso é realizado em parceria com a Faculdade Unypública, com certificação oficial reconhecida pelo MEC e validade em todo o território nacional.
Posso me inscrever mesmo estando na faculdade?
Pode, sim. Alunos que ainda não têm diploma recebem o certificado como curso de extensão universitária. Médicos já formados recebem o certificado de Pós-Graduação lato sensu.
Sou médico formado no exterior. Posso participar?
Desde que tenha feito a revalidação do diploma (Revalida) e esteja com registro ativo no CRM, pode sim. Nossa equipe orienta cada etapa do processo, caso tenha dúvidas.
Como são as aulas na prática?
Foram pensadas para o médico real: com pouco tempo, muita demanda e sede de conteúdo útil. As aulas são gravadas, focadas em prática clínica e podem ser assistidas de qualquer lugar, inclusive offline. Também oferecemos materiais de apoio e acesso à comunidade médica.
Inscreva-se agora e transforme sua carreira médica
Se você chegou até aqui, não foi por acaso. Foi porque algo te incomoda — talvez o desconforto de não saber como aliviar o sofrimento de um paciente grave, ou a sensação de que está faltando algo na sua formação clínica.
A boa notícia? Isso tem solução. E ela começa com uma decisão. A de se especializar de verdade. A de se preparar para cuidar onde poucos estão prontos.
A Pós-Graduação em Medicina Paliativa do Instituto CDT não é apenas uma titulação. É um marco. Um novo olhar sobre o paciente. Um divisor entre o médico que apenas executa e o que realmente transforma.
As vagas para a turma estão quase preenchidas. Não espere mais um plantão te mostrar o quanto você poderia estar mais preparado.
Clique aqui e dê o primeiro passo. A próxima história de transformação pode — e deve — ser a sua!